Sobre a AngaLabs

A ciência exata a serviço do cuidado humano.

A AngaLabs nasceu de uma convicção simples: saúde mental é relação humana, e tecnologia é ferramenta, não substituto.

Sala de leitura de biblioteca universitária, com janelas altas e mesas de estudo vazias
O manifesto

Por que a AngaLabs existe.

Duas pessoas sentadas em uma sessão clínica, vistas pelas mãos, uma delas anotando em caderno

Em 2026 o mercado de saúde mental digital corre numa direção só: mais IA, mais automação, mais "diagnóstico em minutos". Apps que "ouvem" sua voz com modelos de linguagem, chatbots que "acolhem", algoritmos que decidem sem clínico no meio do caminho, sem transparência e sem ninguém para responsabilizar.

A AngaLabs foi construída na direção oposta, e não por saudosismo nem por falta de capacidade técnica. Foi decisão ética.

Saúde mental não cabe em caixa-preta. O sofrimento de alguém não é dado de treino, e a decisão sobre o próximo passo clínico de uma pessoa não pode ser terceirizada para um modelo que ninguém consegue auditar.

O método que construímos usa a tecnologia para amplificar o clínico humano, nunca para substituí-lo. São instrumentos psicométricos validados por décadas de pesquisa peer-reviewed e fórmulas matemáticas auditáveis, não modelos opacos. Em cada etapa que importa há um psicólogo ou psiquiatra credenciado que ouve, interpreta e decide.

Isso é o que chamamos de "Atendimento 100% Humano."

É a descrição literal de como o produto foi construído.

A origem

Como chegamos até aqui.

Mãos anotando em papel sobre bancada de laboratório, ao lado de microscópio e vidraria

A AngaLabs nasceu de um grupo de pesquisa em psicometria e fenotipagem digital formado ao longo de mais de uma década em quatro universidades: UFBA, UNIFESP, King's College London e USP.

A pergunta que originou tudo veio do consultório, não do laboratório: por que tanta gente atravessa anos de atendimento sem nunca receber uma medida do que sente? Depois de se formar médico pela UFBA, Felipe Argolo foi para o doutorado na UNIFESP, com um período de pesquisa no King's College London, para atacar exatamente esse problema.

A investigação científica seguiu por biomarcadores vocais e textuais: dá para extrair padrões clinicamente relevantes da forma como uma pessoa fala e escreve? A literatura internacional já dizia que sim, com mais de 15 anos de estudos peer-reviewed sustentando a hipótese.

A pesquisa mostrou onde estava a linha: a tecnologia funcionava bem como ferramenta, e o erro era deixá-la decidir.

Os concorrentes que tentaram escalar com IA opaca gastaram anos e capital tentando convencer reguladores de que uma caixa-preta era segura para decisão clínica. Não convenceram.

A AngaLabs foi desenhada com a lógica inversa: matemática determinística transparente como insumo e clínico humano como decisor. O fluxo de atendimento é esse princípio posto em prática.

Na prática, para quem chega aqui, isso significa uma coisa concreta: sair da consulta com um número que dá para acompanhar ao longo do tempo, em vez de mais uma impressão a somar às anteriores.

O fluxo de atendimento

Como construímos a experiência clínica.

Profissional preenchendo uma prancheta durante atendimento, com a pessoa atendida sentada à frente

Cada decisão de produto na AngaLabs mira um momento específico: aquele em que alguém para de se perguntar "sou eu que sou burro, preguiçoso, quebrado?" e passa a ter, com dado medido, uma descrição do próprio funcionamento no dia a dia.

O diagnóstico tardio costuma ter esse efeito. Além da resposta clínica, ele reorganiza a narrativa que a pessoa faz de si mesma. Antes do dado objetivo, o sofrimento era falha pessoal. Depois, vira funcionamento que dá para nomear, trabalhar e acompanhar.

O fluxo de atendimento da AngaLabs é o caminho até lá: três camadas progressivas de avaliação, todas com matemática transparente e terapeutas humanos no comando. Sem atalho, sem caixa-preta e sem IA decidindo.

É assim que a empresa opera, não como ela se anuncia.

Retrato de Felipe Argolo

Felipe Argolo

Formado em Medicina pela UFBA (Prêmio Alfredo Brito de Pesquisa Científica, 2016), Pesquisador Visitante no King's College London (2018), Doutor em Psiquiatria e Psicologia Médica (UNIFESP, 2021) e Pesquisador de Pós-Doutorado (USP, 2022–2025). Desenvolvedor de softwares abertos e pesquisador dedicado à interseção entre o rigor matemático e o cuidado humano. Cultiva diversos hobbies esportivos e musicais.

UFBa UNIFESP King's College London USP
Retrato de Arthur

Arthur

Com experiência prévia em desenvolvimento de software, Arthur está cursando Medicina na UFBA. Embarcou na equipe AngaLabs desenvolvendo simulações in silico para cardiologia, no ‘Frank’ (Einstein Journal, 2026, in press). Joga tênis nas horas vagas.

UFBa
Retrato de Ana Paula

Ana Paula

Formada em Psicologia, Doutora e Mestre em Medicina e Saúde (UFBA). Especialista em Terapias Comportamentais e Cognitivas, Mindfulness, Psicologia da Saúde e Psicologia do Sono (Instituto do Sono, SP). Mais de 12 anos de experiência em atendimento.

UFBa USP

Pedro Zuccolo

Psicólogo formado pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Especialista em terapia comportamental pelo Núcleo Paradigma de Análise do Comportamento (atual Instituto Par) e neuropsicologia clínica pelo Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas (IPq HCFMUSP). Fez mestrado e doutorado em Psicologia Experimental pelo Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo. Atua desde o final da graduação como psicólogo clínico em terapia cognitivo-comportamental e avaliação neuropsicológica. Foi pesquisador do programa de pós-doutorado da Faculdade de Medicina da USP.

PUC-SP USP
A posição ética

Apoio ao diagnóstico não é diagnóstico, e a diferença importa.

Mãos escrevendo em um caderno sobre uma mesa coberta de livros e documentos

Essa distinção governa a operação inteira, do relatório à teleconsulta, e não apenas o rodapé jurídico.

Diagnóstico clínico exige contexto, história, escuta e julgamento humano. Nenhuma ferramenta digital dá conta disso, e nenhuma deveria tentar.

O que a AngaLabs entrega é medida objetiva: o que os dados indicam sobre o funcionamento do paciente, a partir de instrumentos validados e cálculos auditáveis. Isso é informação, e ela serve dos dois lados. Para o paciente, ajuda a entender melhor o que sente. Para o clínico, permite começar a conversa com dado, e não só com impressão.

A decisão clínica, o diagnóstico, é sempre de um profissional humano credenciado. Nunca da plataforma.

Isso tem implicações práticas: a AngaLabs não emite laudo, não substitui consulta, não orienta medicação. O que faz é entregar ao paciente e ao clínico uma camada de objetividade que o sistema atual raramente oferece.

Apoio ao diagnóstico bem feito é valioso. Vale mais ainda quando é honesto sobre o que é e sobre o que não é.

Atendimento 100% Humano

Comece pelo dado. Continue com o clínico.

Triagem gratuita, resultado imediato e interpretação por psicólogo ou psiquiatra credenciado. Sem IA em nenhuma etapa.

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10–15 min · sem IA · Resultado imediato